Em entrevista, prefeito também abordou obras na educação, revitalização do terminal rodoviário e assistência às famílias atingidas pelo temporal de setembro.
O prefeito de Coronel Fabriciano, Sadi Lucca, destacou, em entrevista, os investimentos previstos para o município por meio do acordo da Bacia do Rio Doce. Segundo as informações apresentadas, a cidade recebeu aproximadamente R$ 27 milhões, destinados a obras e melhorias na infraestrutura urbana, saúde, lazer e outros serviços públicos. Entre as intervenções anunciadas estão a construção de cinco novas praças e a requalificação de outros nove espaços públicos, além de obras de drenagem e pavimentação em vias da cidade.
Na área da saúde, o prefeito abordou o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com reformas e construção de unidades básicas, ampliação da UTI do Hospital Dr. José Maria Morais e melhorias na rede de atendimento. Também estão previstas a construção do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Infantil, de um centro especializado no atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de um novo Centro de Controle de Zoonoses. A reforma do Curumim também foi destacada, com a previsão de espaços adaptados para o atendimento de crianças com TEA. Outro assunto foi a revitalização do terminal rodoviário, com foco em segurança, acessibilidade e conforto para os usuários. O município também recebeu dez veículos para atender aos serviços públicos.
A educação também esteve entre os temas abordados, com destaque para a ordem de serviço de R$ 13,708 milhões destinada à reforma, construção e manutenção de telhados das escolas municipais. Durante a entrevista, Sadi Lucca também ressaltou os resultados da Gincana Mexa-se Contra o Mosquito, que retirou mais de 1,3 tonelada de materiais que poderiam acumular água e contribuir para a proliferação do Aedes aegypti. O prefeito ainda tratou das ações de assistência às famílias atingidas pelo forte temporal com granizo registrado em 16 de setembro. Conforme os dados apresentados, 532 famílias foram identificadas e atendidas pela rede socioassistencial, com distribuição de alimentos, água, colchões e telhas, além de hospedagem provisória e aluguel social para famílias que não puderam retornar às suas residências.
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