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Ipatinga conclui 3º LIRAa de 2026 e identifica áreas com maior índice de infestação do Aedes

Levantamento foi realizado entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro e orienta ações de prevenção e combate ao mosquito no município

A Prefeitura de Ipatinga, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, concluiu na última sexta-feira (4) o 3º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti e Aedes albopictus (LIRAa) de 2026. O levantamento apontou índice de infestação predial de 2,9% para o Aedes aegypti em Ipatinga, resultado classificado como Índice Médio. Para o Aedes albopictus, o índice foi de 0,5%, considerado baixo. O resultado também identificou as regiões que apresentam maior concentração do mosquito no município.

Ao todo, foram trabalhados 4.848 imóveis, número superior aos 4.736 inicialmente programados. A ação contou com 117 servidores, sendo 102 agentes de campo, 11 supervisores, três coordenadores e um técnico, que realizaram o levantamento em quatro dias.

Entre as áreas avaliadas, o maior índice de infestação pelo Aedes aegypti foi registrado no estrato 06, que reúne os bairros Bom Jardim, Ferroviários, Horto, Industrial e Usipa, com 5,6%. O estrato 07, com os bairros Limoeiro, Chácara Madalena, Córrego Novo, Barra Alegre e Chácara Oliveira, apresentou índice de 4,1%, enquanto o estrato 08, que compreende o bairro Vila Celeste, registrou 4,0%. Os três territórios foram classificados como de alto índice de infestação. Os demais estratos apresentaram índices baixos ou médios.

O levantamento também permitiu identificar os principais tipos de criadouros encontrados durante as visitas. Os depósitos móveis, como recipientes que podem acumular água, representaram 42,3% dos focos identificados. Na sequência aparecem os depósitos de lixo, com 17,9%; depósitos ao nível do solo, com 15,4%; pneus e materiais rodantes removíveis, com 10,9%; e depósitos fixos, com 9%.

Os dados obtidos pelo LIRAa são utilizados pela Secretaria Municipal de Saúde para direcionar as ações de vigilância e controle do mosquito, priorizando as regiões com maiores índices e os locais onde foram identificadas as principais fontes de proliferação.

A Prefeitura reforça que o combate ao Aedes aegypti depende também da participação dos moradores. A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas-d’água tampadas, verificar calhas, vasos de plantas, quintais e outros pontos que possam servir como criadouros.

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