A Ponte Mauá voltou a operar oficialmente nesta terça-feira, dia 30, após cerca de 20 anos desativada. A reativação foi feita pela mineradora Bemisa e passa a integrar uma nova rota logística para o escoamento da produção mineral, com investimento de 10 milhões de reais.
Segundo a empresa, a mudança deve retirar aproximadamente 150 caminhões por dia das áreas urbanas de Timóteo, especialmente do distrito de Cachoeira do Vale, e de Coronel Fabriciano. Os veículos agora utilizam um corredor dedicado que liga a operação da mineradora diretamente à Estrada de Ferro Vitória a Minas, substituindo o trajeto feito desde 2019 pela avenida Belo Horizonte.
A Bemisa afirma que a nova rota aumenta a eficiência do transporte, reduz riscos operacionais e melhora a previsibilidade logística. Além disso, a estimativa é de uma redução de cerca de duas mil toneladas de dióxido de carbono por ano, contribuindo para ganhos ambientais e menor impacto nas cidades.
A expectativa é de melhoria na mobilidade urbana, com menos congestionamentos, mais segurança viária e redução do conflito entre trânsito pesado e veículos leves. Durante a cerimônia, autoridades locais destacaram os benefícios para a população e a economia regional, enquanto a empresa reforçou o pedido de apoio ao setor mineral diante das dificuldades regulatórias para novos projetos.

















